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Técnico em Comércio Exterior

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Na atualidade, observa-se a influência significativa que a globalização vem exercendo sobre as relações internacionais de comércio, inclusive interferindo significativamente na condução de políticas e estratégias, seja de governos ou empresas, em países desenvolvidos, em desenvolvimento, países menos desenvolvidos, e em transição para a economia de mercado. Sendo assim, parece interessante iniciar essa justificativa pela relação existente entre a globalização e o comércio exterior. No que tange à relação entre comércio exterior e globalização, é possível perceber que o fenômeno da globalização encontra-se oculto tanto nas relações de mercado, quanto nas grandes empresas transnacionais que passam a se reposicionar e adotar condutas e estratégias sob uma perspectiva global, apoiadas no fácil acesso aos mercados financeiros e de capital, nas tecnologias de ponta, desconsiderando até mesmo onde estejam situados seus postos de comando.

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Descrição

Curso técnico em comércio exterior

Mínimo de 06 meses e máximo 18 meses

Na atualidade, observa-se a influência significativa que a globalização vem exercendo sobre as relações internacionais de comércio, inclusive interferindo significativamente na condução de políticas e estratégias, seja de governos ou empresas, em países desenvolvidos, em desenvolvimento, países menos desenvolvidos, e em transição para a economia de mercado. Sendo assim, parece interessante iniciar essa justificativa pela relação existente entre a globalização e o comércio exterior. No que tange à relação entre comércio exterior e globalização, é possível perceber que o fenômeno da globalização encontra-se oculto tanto nas relações de mercado, quanto nas grandes empresas transnacionais que passam a se reposicionar e adotar condutas e estratégias sob uma perspectiva global, apoiadas no fácil acesso aos mercados financeiros e de capital, nas tecnologias de ponta, desconsiderando até mesmo onde estejam situados seus postos de comando.

Nesse mesmo cerne de discussão, o mundo globalizado conduz a uma nova tendência em que grandes empresas, capitais e mercadorias dispõem de liberdade para se movimentarem. Nessa nova tendência, as empresas passam a valorizar o contato direto, como uma forma de agilizar os processos de aprendizagem, de identificação de novos negócios e oportunidades. Todo esse cenário traduz-se na semelhança crescente das estruturas da demanda e na tendência de homogeneização da oferta nos diversos países, o que possibilita a uniformização de técnicas de produção e administração, ganhos de escala, na medida em que muda o foco competitivo, que antes se dava do ponto de vista do produto e passa então para o das tecnologias utilizados no processo de produção.

Sendo assim, a relação entre globalização e comércio internacional mostra-se proeminente e tem conseqüências diretas sobre a competitividade das empresas e sobre a  posição macroeconômica dos países. Essa competitividade, sob a lógica global, envolvendo esses dois elementos (Estado e empresas), exige que as empresas permanentemente reestruturem-se geograficamente de forma a serem beneficiadas pelas vantagens comparativas existentes em cada país, vantagens essas oferecidas pelo Estado proporcionalmente à posição competitiva que a empresa possui. Os Estados, sobretudo aqueles posicionados entre as denominadas “economias em desenvolvimento” necessitam, fortemente da garantia de serem competitivos, inclusive por meio do aumento das exportações.

Não se deve esquecer que, nesse cenário descrito, encontra-se a necessária integração desses agentes envolvidos, destacando ainda a importância do desenvolvimento industrial e produtivo. Todas essas formulações apresentadas cumprem a finalidade de evidenciar que as relações político-institucionais e econômico-financeiras globais influenciam significativamente e de forma desigual na adoção de políticas e estratégias de atuação nacional e regional, repercutindo nas empresas, principalmente quanto à sua capacidade de inserção em novos mercados externos. Portanto, fica evidente a preocupação em torno do comércio internacional e da necessidade de integrá-lo nas perspectivas pública e privada e mesmo profissional. No que tange a essa última, pode-se afirmar que essa relação se dá, entre outros aspectos, não menos importantes, devido à reconfiguração pela qual passa o mundo em relação a emprego e empregabilidade e a exigência por uma capacitação profissional contínua. Dos pontos de vistas de governos e empresas, assim como do ponto de vista profissional, as ações do comércio internacional convergem para uma mesma ação – a atividade exportadora, constituindo-se essa atividade em um resultado eficaz almejado.

Esse contexto enquadra-se bem na realidade brasileira, uma vez que o Brasil possui grande extensão territorial, elevadas idiossincrasias, e, portanto, vocações regionais diferenciadas para produzir e atuar. Assim, são inúmeras as oportunidades produtivas e profissionais a serem prospectadas e desenvolvidas no mercado brasileiro, e ainda o que ocorre também quanto à integração desse mercado a outros mercados no contexto internacional. Quanto a essa integração no contexto internacional, cabe destacar a presença forte dos blocos regionais, e a não menos forte presença da Organização Mundial do Comércio (OMC), buscando espaços para negociações cada vez mais liberalizantes entre os países, no que concerne ao comércio de bens, serviços, propriedade intelectual, investimentos, compras governamentais, entre outros.

Portanto, com essa vasta rede de oportunidades, os países têm implementado esforços no desenvolvimento de políticas públicas para se encaixarem nesse cenário, com ênfase nas exportações. Cabe ressaltar que, para os países denominados “em desenvolvimento”, a expansão da atividade exportadora consiste na única alternativa para propiciar o desenvolvimento, uma vez que são, freqüentemente enfrentadas dificuldades na manutenção do Produto Interno Bruto e da inter-relação da produtividade com a manutenção das transações externas.

Em síntese, são diversas as justificativas para buscar-se inserção no comércio internacional: aumento de oportunidades de negócios, posicionamento competitivo, desenvolvimento (nacional, local e regional), desenvolvimento profissional com nichos de mercados diversos. Nessa linha, os esforços, no sentido de capacitação profissional para ações formais de comércio internacional, estão pautados no vasto mercado de atuação que esses profissionais terão para atuar, bem como no aperfeiçoamento contínuo, necessário a quem atua nesse segmento. Faz-se necessário desenvolver sistematicamente a atividade do comércio internacional, com ações pontuais, conforme informações e conhecimento atualizado e contínuo.

A implantação do Curso Técnico em Comércio exterior pela Escola Politécnica Brasileira demonstra com clareza a visão dessa Instituição com o futuro, atenta e inteirada de todo o cenário acima descrito quanto à dinamização que acontece no mundo, e ainda em consonância com as ações do Governo Federal no sentido de formular, implementar e desenvolver ações estratégicas que aumentem a participação brasileira no comércio mundial, com ênfase nas exportações. Para atender a estes novos horizontes e às tendências do contexto atual, o curso foi estruturado com a finalidade de ampliar os horizontes da Instituição, abordando a complexidade dos problemas econômicos nacionais e internacionais e oferecendo respostas para as necessidades apresentadas.

OBJETIVOS

Objetivo Geral Formar um profissional atuante, comprometido com a função social e científica, que seja capaz de articular teoria à prática de forma competente, empreendedora e inovadora, compatíveis com a área de Comércio Exterior.

Objetivos Específicos

– Proporcionar aos discentes formação humanística, técnica e cidadã como subsídios ao desenvolvimento dos princípios do Comércio Exterior em sua região;

– Proporcionar ao profissional de Comércio Exterior ações que desenvolvam postura crítica e reflexiva para a melhoria contínua das organizações;

– Aplicar regras de comércio exterior conforme sua atuação na comunidade local;

– Executar operações de transações comerciais inseridas na área de negócios internacionais;

– Controlar fluxos de embarque e desembarque de produtos identificando os melhores meios de transporte.

PERFIL DO CONCLUINTE:

Presta apoio as análises de mercado. Aplica a legislação específica dos países envolvidos nas negociações. Controla e coordena o processo de exportação e importação. Cumpre os trâmites aduaneiros. Executa e supervisiona procedimentos de transporte, armazenamento e logística internacional.

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